A ADREPES promove um investimento de 7,5 M€ na Península de Setúbal

No primeiro período de vigência do atual quadro comunitário de apoio, a ADREPES apoiou 217 projetos, permitindo a criação de 111 postos de trabalho, através de um investimento global de 7,5 M€.

 

O período de programação 2014-2020 – a que corresponde o Acordo de parceria PORTUGAL2020  - acarretou um importante desafio na implementação das Estratégias de Desenvolvimento Local (EDL) alicerçadas num novo instrumento na arquitetura da política da União Europeia – o Desenvolvimento Local de Base Comunitária (DLBC) que mobiliza diferentes fundos (i.e. FEADER, FEAMP, FEDER e FSE) numa lógica multifundos.

Neste contexto, e no âmbito dos três DLBC da ADREPES (RURAL, COSTEIRO E URBANO) até ao primeiro trimestre de 2019, foram aprovados um total de 217 projetos que representam um investimento global no território de 7,5M€ e a criação de 111 postos de trabalho,  números que ultrapassam os indicadores e as metas contratualizados com os diferentes programas operacionais (PORlisboa2020, Mar2020 e PDR2020) para 2018, período intermédio de avaliação do quadro comunitário.

Como principais aspetos positivos da implementação da EDL destacam-se, sobretudo:  o apoio à criação de emprego na região; a  valorização dos recursos endógenos tanto do mar como da terra; a diversificação da economia local e o reconhecimento da importância da ADREPES enquanto entidade gestora de fundos. Estes resultados estão diretamente associados aos pilares da abordagem DLBC/LEADER que visam o desenvolvimento sustentável do território, a participação ativa das comunidades, a diversificação e competitividade da economia regional e a melhoria das condições de vida das populações.

Com a preparação do próximo Período de Programação 2021-2027, alicerçada na Estratégia 2030 de Lisboa e da Europa espera-se que a implementação dos instrumentos de desenvolvimento local sejam desenhados de acordo com a abordagem bottom up; i.e. com respeito pelas idiossincrasias locais, devidamente articulada com os princípios de subsidiariedade e solidariedade, permitindo, desta feita, dar resposta às necessidades territoriais da Península de Setúbal, reforçando a participação e o envolvimento dos atores locais nos processos de decisão e na implementação de estratégias desenhadas com todos e para todos.

 

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